América Primeiro

As novidades começam hoje com Trump, que finalmente vai apresentar a sua doutrina sobre “países em conflito permanente”.

A matéria foi publicada no YNet, Israel como uma promoção do que será exposto nesta 3ª feira por Trump, explicando a nova estratégia do governo americano, contida num documento de 70 páginas, que foi elaborado de acordo com o programa “América Primeiro”.

No que se refere ao Oriente Médio, diz o documento: “a ameaça do Irã e das organizações terroristas levaram à compreensão de que Israel não é o problema.”

Em continuação, na abordagem de outros itens, como “soberania nacional precede alianças ou pactos” , diz Trump, que a nova estratégia de segurança nacional americana modifica o conceito de países em conflito permanente, abole as advertências de Obama com relação às mudanças climáticas e reduz a importância dos acordos internacionais que constituíam o núcleo da política exterior americana, desde a Guerra Fria .

O Programa América Primeiro, deverá mudar completamente o relacionamento dos Estados Unidos com o resto do mundo.

No que interessa a Israel, como foi divulgado pela AP, haverá um reforço detalhado na política americana no Oriente Médio, onde os Estados Unidos pretendem defender os seus interesses na região.

Este documento estratégico, determina que “ durante gerações pensou-se que o conflito israelo -palestino era o motivo principal que impedia a paz e o desenvolvimento da região . Atualmente, as ameaças por parte das organizações terroristas islâmicas radicais e do Irã trouxeram outra perspectiva para a compreensão do problema que nos permitiu entender que Israel não é a causa das divergências .

Pela primeira vez Israel não é culpado!
Veremos quais serão as reações dos países envolvidos nesta nova estratégia. É possível que algo mude na concepção dos países árabes moderados .

Só depois que o documento for publicado na íntegra, poderemos avaliar qual o peso das mudanças no que se refere ao futuro da Síria , quando sabemos o quanto Putin está envolvido no problema, agora com um novo parceiro, Erdogan além dos conhecidos Irã e Hesbollah .

 

 

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