“Holocausto – Trevas e Luz”


Uma importante exposição foi inaugurada no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, no dia 25 de julho: “Holocausto – Trevas e Luz”.

A exposição teve a parceria do Museu do Holocausto de Curitiba e é uma homenagem da Prefeitura do Rio para cerca de seis milhões de seres humanos, a maioria judia, perseguida e aniquilada pelos nazistas em um dos capítulos mais sombrios da história.

A mostra “Holocausto – Trevas e Luz” é dividida em três módulos, no espaço da Galeria do Tempo, do Museu do Amanhã. Primeiramente o visitante é convidado a refletir sobre a tragédia por meio de fotos marcantes  e cenografia temática, reproduzindo as câmaras de gás dos campos de concentração. Depois são homenageados os chamados “Justos entre Nações”,  nome dado aos que correram riscos para salvar judeus perseguidos durante a Segunda Guerra Mundial. Também estão exibidos trabalhos feitos pelos alunos de escolas públicas sobre o tema “Museu do Amanhã”, que trata o Holocausto com ações de alerta para evitar que a tragédia se repita.

A exposição conta também com peças como o uniforme usado por Hercz Rosemberg em um campo de concentração e depoimentos de sobreviventes do Holocausto coletados pela Fundação Shoah, criada pelo cineasta Steven Spielberg, além de obras da premiada artista plástica Fayga Ostrower.
É uma exposição importante, pois estamos em um mundo dominado pelo ódio racial, o antissemitismo renascendo como também a islamofobia. Precisamos conhecer o que significou essa tragédia de modo que isso nunca mais ocorra: Holocausto nunca mais.

“Holocausto – Trevas e Luz”
  Museu do Amanhã
  Praça Mauá 1, Centro – Lounge (2º andar)
  Telefone: 3812-1800
A mostra está incluída no valor do ingresso do Museu (inteira a R$20,00 e meia-entrada a R$10,00)
www.museudoamanhã.org.br

2 Comentários

  1. miriam halfim
    miriam halfim 1 de agosto de 2017 at 13:10 |

    Um equívoco nos números. Foram 20.000.000 de mortos no total. Dentre eles, 6.000.000 eram todos judeus.

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  2. miriam halfim
    miriam halfim 1 de agosto de 2017 at 13:13 |

    Há um equívoco nos números atribuídos aos judeus mortos. Foram 20.000000 de mortos no total de judeus, negros, homossexuais, deficientes, etc. Dentre os 20.000.000, 6.000.000 eram todos judeus, e não a maioria dos 6.000.000.

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